“I’mma try and do this all in one take, so there’s not a lot of editing because i’m too drunk to edit.” Não é bêbedo, é já nas sobras do dia anterior. Resultado, ainda estou introspetivo. Não sobre o assunto que tem vindo a tomar conta da minha mente, mas assuntos novos, inspirados pelo mesmo motivo. Albert Einstein começou com a fórmula, apenas lhe dei um novo significado…
Há 3 posts atrás (o começo da epifania, que tem fim previsto para o final do ano), ocorreu-me uma ideia de empregar assonância/aliteração (estou demasiado tocado para decidir qual deles é). Esforcei-me imenso, foi dos textos que escrevi que mais trabalho teve, mais “arte” levou em cima e, mesmo assim, ninguém constatou o óbvio. Aquela merda está cheia de v’s e f’s. E fiquei mesmo orgulhoso, até li em voz alta porque ganhou sonoridade e ritmo. Era algo que precisava de ser dito, pode alguém não ter reparado.
Há 3 posts atrás, algumas pessoas vieram realmente dizer-me que, se precisasse, podia falar sempre com elas. Um bocadinho óbvio, não? Se são meus amigos, estão destinados a aturar-me. Mas não, não é isso que eu quero. As palavras não saem da minha boca, só da ponta dos dedos. O que eu preciso mesmo é que alguém me compre uma garrafa de álcool, me agarre e que beba comigo. E que esteja uma hora e meia a partilhar essa mesma garrafa, sem abrir a boca para conversar. É desnecessário, agora. Um momento torna-se bem mais íntimo quando se está sem falar, sem interromper o silêncio. Diz-se mais por olhares do que por meras palavras.
Há 3 posts atrás, não tinha a confirmação de que acabou realmente, pelo menos o que existia. Agora tenho. Portanto, tenho plena noção da minha situação. As pessoas acham-me miserável e não as condeno. Até eu me acho miserável, quando penso em certas coisas. 10 dias. 10 míseros dias até acabar. É um prazo mental, que irá voltar a trazer o equilíbrio á Força.
Estando ainda mais introspetivo, quero agradecer do fundo do coração a alguns comentários. Sem me conhecerem de lado nenhum, disseram algumas verdades com sentido. E estou agradecido por isso. Às vezes, as maiores surpresas são de pessoas que não conhecemos.
Aproveito também para dizer as minhas notas, para ninguém pensar que a minha vida é beber e vir escrever para um sítio qualquer (curiosamente, estes últimos dias até é).
Português: 17, Matemática: 19, Educação Física: 16, Biologia: 16, Aplicações Informáticas: 17.
Espero que os meus professores leiam isto. Eu não quero merdas de notas dadas. Se há algo que me irrita, é notas dadas. Não merecia 16 a Biologia, nem 16 a Educação Física. E que ninguém se lembre de dizer que é bom para a faculdade, porque eu quero o que mereço. Se não estudei para isso, não o quero. É uma grande injustiça eu ter estas notas, comparando com outras pessoas. Não sou especial nem nada que o valha, por isso sei perfeitamente as limitações que existem dentro de mim. Peço desculpa pelas asneiras todas, está explicado pela citação do primeiro parágrafo.
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
mc1.
Mato-me literalmente para não te encher a caixa de correio. Não o vou fazer. Se nunca mais te falar, assim o seja. Não estou pronto, mas não tenho medo. Tenho que sair de casa. Preciso de alguém. Acho que jogar todo o dia e parar para comer não traz benefícios. Nem sei em que mais pensar. De manhã e tarde ainda se aguenta, a mente não para. De noite… Oh, a noite. Qual é a ideia de me mandares mensagens às 2 da manhã para mais tarde não responderes? Nem sequer te importas. Ou então isso é só algo que eu digo para se tornar mais fácil. Porque não é fácil. Não é. Eu preciso de ti.
(sou um louco por ver horóscopos, mas...)
A culpa é minha, não é tua. Também sei disso. E se estiver planeado, eu espero. Não te incomodo.
(sou um louco por ver horóscopos, mas...)
A culpa é minha, não é tua. Também sei disso. E se estiver planeado, eu espero. Não te incomodo.
domingo, 16 de dezembro de 2012
mc.
Finalmente. Achava que era fraco por verificar por cima da vértebra, todas as vezes que vasculhava a tua gaveta. Fraco por não valorizar a vida que havia dentro de mim. Fraco por observar na própria pele variadas vivências que me vitimizavam a mim e a ti. Cortes frenéticos. Ao dizer que me amavas, fintaste todas as minhas expectativas. Agora a minha mente é um velório fanático por facas afiadas e eu sou… fraco. Sem a tua vaidade vincada até ao fim de mim eu sou… fraco. Deixei de viver, para sobreviver. Vamos ver algo ao cinema? Afasta-te de mim, seu monstro sem força para finalizar o que sempre quis. E quando mostra essa força, faço-te falta. Ainda não, mas irei. Não vivo, sobrevivo? Aqui te prometo que irei estar vinte e nove dias assim. Ao trigésimo, levantar-me-ei e utilizarei o vernáculo por vinte mil vezes só para vincar a minha postura neste motivo. Até lá, estou vazio porque todo o esforço foi em vão. Vi toda a fortaleza findar com um simples tijolo falso. Fotografei cada fibra da minha pele cor de framboesa e fiz notar que, indo ao foro das infindáveis lágrimas, faço-me de forte. Faço-me, pois sou fraco. O fim desta aflição está próximo como um guarda-sol está da praia. Tudo isto são factos verídicos que fazem valer mil falcões voando em direção à felicidade eterna. Esta dor que eu sinto é equiparável a mil funiculares a cair no mesmo sítio.
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