terça-feira, 2 de julho de 2013

Estado de Espírito (VII)

Hallelujah, thank God I have a future
Prayin' I don't waste it gettin' faded
Cause I'm smoking [bleep], till I'm coughin' up tar
Through the surge, energy curve like a lumbar
I don't act hard, I still read Babar
Trippin' out, lookin' at a bunch of Google map stars, shit
They got a app for...that

But me, I'm still trapped inside my head, I kinda feel like it's a purgatory
So polite and white, but I got family who would murder for me
Think I'm living paradise, what would I have to worry 'bout?
Dealing with these demons, feel the pressure, find the perfect style
Making sure my mom and dad are still somewhat in love
All these backfires of my experiments with drugs
I experience the touch of my epiphany in color form
The difference between love and war inform me -- I'm above the norm
But, give me anybody though, I'll gladly chew his face off, them bath salts
Rhyming like it's summertime on asphalt, hot
Haven't picked a major label, think I'm blackballed
I still don't got the heart to pick my phone up when my dad calls
Will he recognize his son when he hears my voice?
I put this music against my life, I think I fear the choice
And I don't know what I'm running from, but I'm running still
I conversate with acquaintances, but it's nothing real
I'm from a city that you hear and think a bunch of steel
So a hundred mills wouldn't make me sign a fucking deal
Money kills, that's the truth, it's called the root of evil
But I want that Rolls Royce that the homie Lennon drove
So, if you ain't talkin' bout some money I'mma send you home
Unconventional, special but unprofessional
Adolescent expression that's letting me meet these centerfolds
As troubles fill my mind capacity, I let them go
If I was Johnny Depp in Blow, I would let it snow
That's just me all wilding out and being extra, though

And if God was a human it'd be yours truly
Watching horror movies with some foreign groupies
Thinking this decor suits me
I do drugs to get more loopy
I'm in tune to ancient jujitsu spirituals it's blissful
Looking out as far as eyes can see
I'm glad that me and this elevation could finally meet
I think I'm JFK's final speech
They try assassinating all of my beliefs
But I'm asleep so whisper to me for some peace of mind
And he be high some weed to grind on top a Jesus shrine
Twenty thousand on my watch because I needed time
If y'all would leave me the fuck alone, that'd be divine
Can't decide if you like all the fame
Three years ago to now, it's just not the same
I'm looking out the window ashing on the pane
I wonder if I lost my way

Don't you ever wanna hide away
Poseidon triumph in the eyes of rain
Won't give a fuck about tomorrow if I die today
I'll greet the devil with a smilin' face
Shit, that God fellow may reside in space
As, time's a wasting I'm freebasing with Freemasons
My girl's switchin' the locks, the keys keep changin'
Dreamin' of places my own personal creations
If there's a party in heaven, I plan to leave wasted
Retracin' my steps way back to biblical times
We-We all gon' end up meetin' at the finishin' line

segunda-feira, 24 de junho de 2013

the star room.

São arraiais e são festas. Entretanto, são luzes brilhantes e apelativas que se enroscam. A quinta parte da quinta parte da quinta parte, então a oito milésimas de arder por completo, não seria capaz de ser livre. Libertinos são esses e não são ninguém, são ninguém porque todos não o seriam se a libertinagem fosse a parte quinta, libertinagem que seria escravatura sexual e escravatura ideológica. Integralmente, é um mundo sem integrais, é um mundo sem forma e até é um mundo sem mundi, porque sem livros matemáticos o mundo só vai daqui à Suíça. Barítonos já são prescindíveis graças a esta falta de integrais, Exponencial crescimento de todo o festival de uva, de verão, de páscoa e do renascer do Real senhor. Dádivas há muitas, e cada uma se equipara à outra, mas Dádivas há poucas porque jesus cristo não é o Altíssimo senhor. Amargue-se então toda a população porque os integrais estão longe, a libertinagem está perto, e a mundinalidade está no coração. Está no coração porque se acredita em algo superior, em algo transcendente, que nos deixa tomar decisões pouco benéficas para quem as pratica e de toda a importância para quem as observa. ,não passam de Amperes Mortalizados na Ortopedia descontrolada que nos faz proteger o corpo Radicalmente, Não pode o homem, não pode a mulher, não pode o género indefinido, nenhum pode ortopediar quando está calor. Apenas nos resta psicologicar porque o que é a alma sem o corpo, mas o corpo existe sem a alma, e a alma está então amperizada. Ortonímia que está em mim e está em ti, mais em mim do que em ti, ortónimos que desapareceram e o único que sobrou, talvez o pseudónimo, nem o meu nome sei, está cortado e desfeito em mil pedaços. Com pedaços me compus e até, possivelmente, seja um quadro de recortes, mas com a minha assinatura no canto. Há quem diga que todas as revistas são minhas, e eu respondo que nenhuma cor é igual, mas todas elas são minhas. Em situação de orgulho e até de fracasso, este sou eu e eu apenas, mais ninguém o é, e não esqueçamos também que deixarei de o ser quando me aperceber que nada faço. Gigante não o sou, só não quero ser anão, quero ver o mundo e arredores, quero ser Alquimista, Senil, provavelmente, eu e eu nos damos bem. Especial amor, amor esse que é facilmente mal interpretado, amor há na dor e há amor em todas as emoções. Requisitos obrigatórios que podem até ficar aquém do que significa gostar, porque gostar, gosto eu de pizza com ananás e gosto de ver Star Wars, amor é paixão mas que ninguém cumpra juras porque eu vejo os seis filmes sempre que estou doente, triste, feliz, extasiado. Esqueçam-se, não, não se esqueçam, que eu não amo Star Wars mas amo tudo o resto, posso deixar tudo num canto, mas nunca uma obra dessas. Mais, eu descobri que gostar é amar mas amar não é gostar, porque o amor é ódio e o amor é dor, mas gostar é transcendente porque implica a harmonização e o filtro da dor, filtro esse que não sou eu. Ornamentos ou não, é possível ver a filtragem, porque não separa o lixo da água, mas transforma o lixo em água potável, digo potável, porque não se torna mais agradável mas apenas suportável. Se se pudesse, seríamos todos iguais, todos, uns mais do que outros, uns mais livres e libertos. LIBERTINOS.

profecia autorrealizável.